I know it now.

{ original flower drawing }

I know it now.

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blackbruise:

‘please do not expand the list by killing people.’

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‘please do not expand the list by killing people.’

(Source: salma)

Um breve relato sobre feminismo, cirurgia plástica e escolhas

"Não sou feminista, sou feminina."

Sempre me senti forte, independente, ainda que a sociedade constantemente me dissesse, desde pequena, que eu precisava escolher entre ser independente ou ter um namorado. Ser forte ou ser feminina.

Meus pais me criaram para ser uma mulher de fibra, não a coadjuvante na vida de outras pessoas, enquanto a sociedade insistia em me dizer que eu nasci para ter o filho de alguém, para ser a esposa de alguém, para viver em função de alguém, do contrário eu seria infeliz e fracassada.

No colégio, eu era insegura e mascarava minhas inseguranças sendo inteligente ou engraçada. Na faculdade, minha personalidade desabrochou um pouco mais - continuei valorizando minha inteligência e meu senso de humor, mas meu exterior não refletia o que eu sentia. Vestia-me com roupas largas, velhas, não penteava o cabelo, era desleixada - meu jeito de dizer “foda-se, eu não preciso me arrumar”. A ideia de ser a menina que se arruma e não a menina que lê livros não entrava na minha cabeça. Porque o machismo me ensinou que não, eu não posso ser as duas coisas. O mesmo machismo que me chamava de sapatão porque eu não era vaidosa, o mesmo machismo que fez com que eu insistisse em esconder meu corpo com roupas pretas e gastas, quando na verdade eu queria usar rosa e salto alto. Aquela era minha rebelião – eu não ia usar rosa nem salto alto, porque eu queria que as pessoas entendessem que eu era mais do que a minha roupa. Se o machismo ia gritar comigo, eu ia encontrar uma maneira de gritar mais alto – eu queria combater um estereótipo, mas na verdade eu estava fortalecendo-o. Como se eu não pudesse ser vaidosa e inteligente ao mesmo tempo, como se escolher um automaticamente anularia o outro. 

Minha primeira grande decisão sobre meu corpo foi uma cirurgia plástica - prevejo o alarme de ‘hipocrisia! Conformismo!’ soando na cabeça de alguns - e aquele foi um grande passo para mim. Admitir que EU não estava feliz comigo mesma e recorrer a algo que, essencialmente, é motivado por pura vaidade. Então eu mudei mais uma vez - passei a me cuidar, me sentir bem, não fugir toda vez que alguém ficava perto de mim com uma câmera fotográfica. Reencontrava amigos de colégio que diziam que eu estava bonita, mas não sabiam o que exatamente tinha mudado. Não foi só meu nariz - foi minha autoconfiança, minha decisão de me olhar no espelho e não me sentir uma estranha no meu próprio corpo.

Ainda assim, a insegurança persistia. Eu estava feliz, mas algo me dizia que eu tinha que tomar cuidado para não me perder - agora eu era ‘hipócrita’, tinha sucumbido à vaidade e feito uma plástica. Como eu podia ser uma mulher forte e independente depois disso?

Foi então que, na época mais confusa da minha vida, quando eu questionava se realmente poderia amar o meu eu interior e exterior sem que ambos vivessem num “conflito de interesses”, eu encontrei o feminismo. Eu sempre soube da existência do feminismo, mas nunca tinha me informado de verdade até então. Comecei a ler, pesquisar e a cada novo livro ou artigo eu pensava “ei, eu sou assim” ou “é exatamente nisso que eu acredito”.

E então fiz minha escolha - sou feminista.

Quando encontrei o feminismo, percebi que você não precisa se limitar a rótulos. Escolher entre ser bonita ou inteligente, ter filhos ou uma carreira. Com o feminismo você pode ser o que você quiser, fazer o que quiser. Com o feminismo você tem escolha. E a escolha é sua, os padrões são seus.

Tenho 27 anos e sinto que aprendi um bocado nesses últimos anos, assim como tenho muito, muito que aprender ainda. O feminismo me ensinou a não sentir uma necessidade constante de justificar minhas escolhas. 

E o feminismo me ajudou a fazer a maior e mais importante de todas as escolhas que já fiz: a escolha de ser livre.


"I don’t know which is worse… believing I did this
or believing that you did this to me.”

"I don’t know which is worse… believing I did this

or believing that you did this to me.”

The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn’t exist.

from cleolinda’s recaps

LOL 

(Source: vorobey008)

Do it! Do it fast. When the show ends, my life ends.

Do it! Do it fast. When the show ends, my life ends.

And if that doesn’t paint a clear enough picture, I once saw her watch an entire sneezing panda video without cracking a smile once. I will not stop until she’s revealed once and for all for being the two-time, potato mouthed whore bag that she is.

And if that doesn’t paint a clear enough picture, I once saw her watch an entire sneezing panda video without cracking a smile once. I will not stop until she’s revealed once and for all for being the two-time, potato mouthed whore bag that she is.

Rest in peace, Agent Parker.

Rest in peace, Agent Parker.

The many faces of Joe Carroll.